Cometo erros...
Sou apenas uma mulher
Que em seus devaneios deixou-se apaixonar
E só nos sonhos me dou o direito de amar
Todos os poemas e crônicas apresentados nesse blog, salvo algumas excessões, são de autoria de JACQUELINE BATISTA. Os que não pertencem a essa autora recebem seus devidos créditos... LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
Frase do dia
Dar o passo seguinte é sempre uma tarefa difícil, mas se não o fizermos nunca saberemos o que encontrar a frente.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Na solidão da espera
Você é um vício...
É uma droga que consome minha lucidez.
Quero sufocar o meu desejo
Arrancar sua imagem de meus pensamentos.
Sinto o seu cheiro e o seu gosto.
Parece que você está aqui.
Meu corpo sofre pela tua ausência.
Sinto o calor que me consome,
Sinto o desejo do beijo seu.
Minha vontade é subjugada.
Quero ser ardentemente amada...
O suspiro de minha alma
Sufoca a solidão da espera.
Essa espera que não tem amanhã.
Vejo você em meus sonhos
E somente neles sacio meus desejos,
Mas acordo e o vazio me consola.
E novamente os espamos da espera
E a angústia de não saber
Se ainda, em algum momento,
Volterei a lhe ver.
É uma droga que consome minha lucidez.
Quero sufocar o meu desejo
Arrancar sua imagem de meus pensamentos.
Sinto o seu cheiro e o seu gosto.
Parece que você está aqui.
Meu corpo sofre pela tua ausência.
Sinto o calor que me consome,
Sinto o desejo do beijo seu.
Minha vontade é subjugada.
Quero ser ardentemente amada...
O suspiro de minha alma
Sufoca a solidão da espera.
Essa espera que não tem amanhã.
Vejo você em meus sonhos
E somente neles sacio meus desejos,
Mas acordo e o vazio me consola.
E novamente os espamos da espera
E a angústia de não saber
Se ainda, em algum momento,
Volterei a lhe ver.
Frase do dia
Quando mais nada te consegue alegrar, a poesia e a música são refúgios de aconchego e calor. A poesia me eleva a alma e a música a aquece.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Poema desnecessário...
Que idiota sou
Tentando buscar
Na imensa quantidade de palavras
As mais certas para esse ridículo poema.
Ridículo... O dicionário me diz que é insignificante.
Insignificante... Quase tudo que me enfadonha.
Vou buscando palavras e correndo de todas.
Para muitos é preciso rimar
Rimar combina com amar
E nesse vagar me deparo com o imponente mar.
Continuo essa viagem pela musicalidade
Se me perco na insanidade
É porque já não encontro as palavras certas.
E vai longe minha verdade.
Sigo tecendo essa loucura
Parece que bebo de várias fontes
E cada uma delas me mostra
O quanto ridículo sou.
A verdade é que ao escrever... tecer... sofrer
Despedaço-me em angústias que me consomem.
Nessa insignificante necessidade
De buscar o que tem sentido
Quando o sentido já deixou de sê-lo.
Subestimo minha composição
Distraio-me nessa contramão
E volto ao eterno fazer rimar
Já que rimar combina com amar.
Palavras... Separadas não são nada
Juntas conseguem o mundo transformar.
Vou rimando céu com ar
Mar com amar
E vou me divertindo com o meu possível leitor
Se for crítico então...
A frase será está... Poupem-me, por favor...
Meus doces versos são para apreciar
Criticar é tão desnecessário quanto elucidar.
Tentando buscar
Na imensa quantidade de palavras
As mais certas para esse ridículo poema.
Ridículo... O dicionário me diz que é insignificante.
Insignificante... Quase tudo que me enfadonha.
Vou buscando palavras e correndo de todas.
Para muitos é preciso rimar
Rimar combina com amar
E nesse vagar me deparo com o imponente mar.
Continuo essa viagem pela musicalidade
Se me perco na insanidade
É porque já não encontro as palavras certas.
E vai longe minha verdade.
Sigo tecendo essa loucura
Parece que bebo de várias fontes
E cada uma delas me mostra
O quanto ridículo sou.
A verdade é que ao escrever... tecer... sofrer
Despedaço-me em angústias que me consomem.
Nessa insignificante necessidade
De buscar o que tem sentido
Quando o sentido já deixou de sê-lo.
Subestimo minha composição
Distraio-me nessa contramão
E volto ao eterno fazer rimar
Já que rimar combina com amar.
Palavras... Separadas não são nada
Juntas conseguem o mundo transformar.
Vou rimando céu com ar
Mar com amar
E vou me divertindo com o meu possível leitor
Se for crítico então...
A frase será está... Poupem-me, por favor...
Meus doces versos são para apreciar
Criticar é tão desnecessário quanto elucidar.
Consolo na praia (Carlos Drummond de Andrade)
Vamos, não chores.
A infância está perdida.
A mocidade está perdida.
Mas a vida não se perdeu.
O primeiro amor passou.
O segundo amor passou.
O terceiro amor passou.
Mas o coração continua.
Perdeste o melhor amigo.
Não tentaste qualquer viagem.
Não possuis carro, navio, terra.
Mas tens um cão.
Algumas palavras duras,
em voz mansa, te golpearam.
Nunca, nunca cicatrizam.
Mas, e o humour?
A injustiça não se resolve.
À sombra do mundo errado
murmuraste um protesto tímido.
Mas virão outros.
Tudo somado, devias
precipitar-te, de vez, nas águas.
Estás nu na areia, no vento...
Dorme, meu filho.
A infância está perdida.
A mocidade está perdida.
Mas a vida não se perdeu.
O primeiro amor passou.
O segundo amor passou.
O terceiro amor passou.
Mas o coração continua.
Perdeste o melhor amigo.
Não tentaste qualquer viagem.
Não possuis carro, navio, terra.
Mas tens um cão.
Algumas palavras duras,
em voz mansa, te golpearam.
Nunca, nunca cicatrizam.
Mas, e o humour?
A injustiça não se resolve.
À sombra do mundo errado
murmuraste um protesto tímido.
Mas virão outros.
Tudo somado, devias
precipitar-te, de vez, nas águas.
Estás nu na areia, no vento...
Dorme, meu filho.
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