Todos os poemas e crônicas apresentados nesse blog, salvo algumas excessões, são de autoria de JACQUELINE BATISTA. Os que não pertencem a essa autora recebem seus devidos créditos... LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Frase do dia
Já me desfiz dos trapos, agora é lavar a poeira que impregna o corpo, calçar sandálias novas e seguir o caminho traçado.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Soneto de encantamento
O calor toma conta do meu corpo
Espasmos se alastram e estremecem meus sentidos
Refletem em meus olhos o quanto sofro
Cada gesto envolto em desejos reprimidos
Nossos instintos soltos em cada movimento
Nos lançamos nesse espaço sem repressão
Cada palavra lançada soa como canção
nossas mãos se tocam esquecidas do tempo
É uma viagem que não nos cobra destino
Cada um se entrega no seu tempo
O um se torna único no seu momento
O tempo se desprende da realidade
Cada segundo se congela e se apaga
Nos tornamos um sem espera de felicidade
Espasmos se alastram e estremecem meus sentidos
Refletem em meus olhos o quanto sofro
Cada gesto envolto em desejos reprimidos
Nossos instintos soltos em cada movimento
Nos lançamos nesse espaço sem repressão
Cada palavra lançada soa como canção
nossas mãos se tocam esquecidas do tempo
É uma viagem que não nos cobra destino
Cada um se entrega no seu tempo
O um se torna único no seu momento
O tempo se desprende da realidade
Cada segundo se congela e se apaga
Nos tornamos um sem espera de felicidade
sábado, 19 de junho de 2010
Devaneios II
Me rasgo em dores contidas
Os espasmos do meu corpo
Se debatem com a dor da minha alma
Sufoco o grito que arde na garganta
Meus pensamentos são farpas amargas
Que rasgam e consomem meu ser
Sofro da solidão povoada
No caminho, rostos e mãos são pinturas abstratas
Que desmancham-se ao toque
Não há solidez no contato
Sigo sem destino por caminhos vagos
Encruzilhadas de pequenos momentos.
Os espasmos do meu corpo
Se debatem com a dor da minha alma
Sufoco o grito que arde na garganta
Meus pensamentos são farpas amargas
Que rasgam e consomem meu ser
Sofro da solidão povoada
No caminho, rostos e mãos são pinturas abstratas
Que desmancham-se ao toque
Não há solidez no contato
Sigo sem destino por caminhos vagos
Encruzilhadas de pequenos momentos.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Fantasia II
Você é meu sonho
Minha fantasia realizada
Você é meu doce encanto
É minha realidade mistificada
Nos meus sonhos você é minha realidade
Na minha realidade você é minha fantasia
Fantasio sua mãos desenhando meu corpo
Meu corpo sofre a ausência das tuas mãos
Busco no além dos sonhos
A minha vontade reprimida
É minha saudade sem lembranças
É a lembrança de um vazio
Do nada que me parece tudo
Fantasio e me embriago
Sigo nesse caminho sem rumo
Amanheço e adormeço
Com um rosto que desconheço
Mas que alimenta minha fantasia
Você é minha fantasia na realidade
Dos meus sonhos e nos devaneios
Dos meus desejos você é tudo
Que quero e mereço!
Minha fantasia realizada
Você é meu doce encanto
É minha realidade mistificada
Nos meus sonhos você é minha realidade
Na minha realidade você é minha fantasia
Fantasio sua mãos desenhando meu corpo
Meu corpo sofre a ausência das tuas mãos
Busco no além dos sonhos
A minha vontade reprimida
É minha saudade sem lembranças
É a lembrança de um vazio
Do nada que me parece tudo
Fantasio e me embriago
Sigo nesse caminho sem rumo
Amanheço e adormeço
Com um rosto que desconheço
Mas que alimenta minha fantasia
Você é minha fantasia na realidade
Dos meus sonhos e nos devaneios
Dos meus desejos você é tudo
Que quero e mereço!
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Frase do dia
Se caio levanto, ou então, aproveito que estou no chão e faço alguns minutinhos de meditação. Relaxo corpo e alimento a alma.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Frase do dia
Me dispus a te encontrar e quando isso finalmente aconteceu percebi que você já não era tão importante assim.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
No dia do meu aniversário...
No dia do meu aniversário...
A chuva que caia lavava meu rosto
O vento, como brisa, apagava meus sonhos
No dia do meu aniversário...
O sorriso não brilhou em minha face
Os olhos não sorriram nem espelharam minha alma
No dia do meu aniversário...
Faltou o desejo de se ter esperança
Agonizou no fundo a última lembrança
No dia do meu aniversário...
Não restou pele em meus sentidos vazios
Não despertou o dia nem buscou a noite
No dia do meu aniversário...
Nem as badaladas da noite nem os sinos do dia
Não houve som nem magia
No dia do meu aniversário...
Acordei e adormeci como se não houvesse dia
As horas se foram como outras horas quaisquer
No dia do meu aniversário.
A chuva que caia lavava meu rosto
O vento, como brisa, apagava meus sonhos
No dia do meu aniversário...
O sorriso não brilhou em minha face
Os olhos não sorriram nem espelharam minha alma
No dia do meu aniversário...
Faltou o desejo de se ter esperança
Agonizou no fundo a última lembrança
No dia do meu aniversário...
Não restou pele em meus sentidos vazios
Não despertou o dia nem buscou a noite
No dia do meu aniversário...
Nem as badaladas da noite nem os sinos do dia
Não houve som nem magia
No dia do meu aniversário...
Acordei e adormeci como se não houvesse dia
As horas se foram como outras horas quaisquer
No dia do meu aniversário.
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