Eu te aceito do jeito que você é
Palavras imperfeitas dentro da música perfeita
Eu te sinto bem mais perto do que você realmente está
Eu te esperei por tanto tempo
Eu grito para qualquer um que esteja me ouvindo
Você preencheu meu mundo
Você despertou em min toda minha inspiração
Já não me sinto tão sozinha diante dessa imensidão
Eu amo,sangro e estou perdendo toda a razão
você roubou minha alma
Para me libertar e me tirar dessa calma
Esta é minha declaração
Já não me importa se você acredita ou não
Agora eu estou respirando
Agora eu demonstro essa avalancha de sentimentos
Porque você é a única razão de toda essa emoção
A única verdade que eu vejo é você
Somente você
Todos os poemas e crônicas apresentados nesse blog, salvo algumas excessões, são de autoria de JACQUELINE BATISTA. Os que não pertencem a essa autora recebem seus devidos créditos... LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Momento de reflexão...
"As artes são canais de expressão derivados do verbo: a escultura é a palavra coagulada, a pintura é a palavra colorida, a dança é a palavra em movimento, a música é a palavra em harmonia; mas a palavra, em si, é a própria vida." (André Luiz por Chico Xavier)
domingo, 13 de fevereiro de 2011
ERNESTO CORTAZAR - Just for you
Momentos há
Em que a única coisa que realmente me importa
É a certeza de que a luz que habita em mim me protege e me guia...
E a música que embala minha alma
Me acalenta e me acalma...
Soneto...
Se cada palavra ofuscada pela solidão
Calasse-me fundo a alma e apagasse meus sentidos
Não teria me permitido cair e não suportaria minha paixão
Não sofreria a dor da saudade de sentimentos convalescidos
Se cada olhar viajasse fundo em minha alma
Reconheceria a beleza e o brilho da luz de um sorriso
Acalentar-se-ia e bailaria em um espaço de suavidade e calma
Volitaria pelo sonho materializado e jamais perdido
Flutuaria e viajaria por um mundo de belas formas
Entregar-se-ia ao vazio e ao reconfortante momento
Livre de amarras, convenções e normas
Tenho em mim tanto sentimento que não descanso um só momento
Meu corpo e minha alma vibram a cada pensamento
Infeliz daqueles que se negam a ebulição de sentimentos.
Calasse-me fundo a alma e apagasse meus sentidos
Não teria me permitido cair e não suportaria minha paixão
Não sofreria a dor da saudade de sentimentos convalescidos
Se cada olhar viajasse fundo em minha alma
Reconheceria a beleza e o brilho da luz de um sorriso
Acalentar-se-ia e bailaria em um espaço de suavidade e calma
Volitaria pelo sonho materializado e jamais perdido
Flutuaria e viajaria por um mundo de belas formas
Entregar-se-ia ao vazio e ao reconfortante momento
Livre de amarras, convenções e normas
Tenho em mim tanto sentimento que não descanso um só momento
Meu corpo e minha alma vibram a cada pensamento
Infeliz daqueles que se negam a ebulição de sentimentos.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Girar e recomeçar
A roda gira
E o seu girar
Pressupõe o encontro
A ponta que inicia é a mesma que se finda
Não há arestas neste circular
Não há barreiras a burlar
Dores, alegrias...
Frustrações, fantasias
Tudo gira, e nesse girar
Tudo anseia por continuar ou terminar
Quando o círculo fecha
O que se tem é um amontoado de questões
Contradições, alegrias, tristezas...
É hora de recomeçar
É hora de começar a girar
Nesse girar... possibilidades a encontrar
Tristezas, alegrias, frustrações, fantasias...
Tudo de novo, nesse recomeçar
Nesse recomeçar... tudo de novo.
E o seu girar
Pressupõe o encontro
A ponta que inicia é a mesma que se finda
Não há arestas neste circular
Não há barreiras a burlar
Dores, alegrias...
Frustrações, fantasias
Tudo gira, e nesse girar
Tudo anseia por continuar ou terminar
Quando o círculo fecha
O que se tem é um amontoado de questões
Contradições, alegrias, tristezas...
É hora de recomeçar
É hora de começar a girar
Nesse girar... possibilidades a encontrar
Tristezas, alegrias, frustrações, fantasias...
Tudo de novo, nesse recomeçar
Nesse recomeçar... tudo de novo.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Libertação...
Perdi as contas das noites insones
Debruçada sobre lembranças
E abraçada a uma saudade
Que me consome em agonia o desejo sufocado.
Caí no fundo de meu desespero abafado
Mergulhei na escuridão
Entreguei-me a mais devastadora solidão.
Rasguei e sangrei cada pedaço de pele
Chorei como quem canta uma cantilena sem fim
Numa monótona melodia para afastá-lo de mim.
Mas, me ergo...
Não sei como...
Não sei com que força
E me desfaço de ti
Despindo meu corpo das marcas de teu toque
Esvaziando meus pulmões de teu cheiro embriagante
Libertando-me das expectativas idealizadas.
Tornei-me infanta sem nunca ter sido da realeza
Muito menos uma santa.
Quebrando de vez essa imagem fragilizada.
Debruçada sobre lembranças
E abraçada a uma saudade
Que me consome em agonia o desejo sufocado.
Caí no fundo de meu desespero abafado
Mergulhei na escuridão
Entreguei-me a mais devastadora solidão.
Rasguei e sangrei cada pedaço de pele
Chorei como quem canta uma cantilena sem fim
Numa monótona melodia para afastá-lo de mim.
Mas, me ergo...
Não sei como...
Não sei com que força
E me desfaço de ti
Despindo meu corpo das marcas de teu toque
Esvaziando meus pulmões de teu cheiro embriagante
Libertando-me das expectativas idealizadas.
Tornei-me infanta sem nunca ter sido da realeza
Muito menos uma santa.
Quebrando de vez essa imagem fragilizada.
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