Vaivém, uma nova forma de escrever poesia. Descendo ela tem um sentido, voltando ela tem outro. Vai aí dois "vaivém"
Parti
Deixei sonhos
Viajei na esperança
Encontrei só fantasias
Maltratado voltei
Acabrunhado
Entrega
Amolece coração
Desperta meus desejos
Arrepia meus pêlos
Acesa chama
Amor
Todos os poemas e crônicas apresentados nesse blog, salvo algumas excessões, são de autoria de JACQUELINE BATISTA. Os que não pertencem a essa autora recebem seus devidos créditos... LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Não posso abrir mão do meu sorriso,
Porque seus problemas o afetam
E destroem sua capacidade de sorrir.
Não vou abandonar minha luz,
Porque você se esqueceu de sair da escuridão.
Não me culpo por teus fracassos
Nem choro tuas frustrações.
Meus dias são de sol
Minhas noites são de lua
Habita minha alma um ser de luz e paz
Que me ilumina e ensina.
Percorri longos caminhos
Também colhi e me feri com espinhos,
Mas chego ao ponto em que estou
E os rastros deixados
Se não foram só dias claros
As tempestades também me ensinaram.
Se não és capaz de caminhar ao meu lado
Não foi porque barrei teu caminho
Foram tuas escolhas que aumentaram a distância
Foi tua teimosia que intensificou o vazio.
Longe de sofrer a ausência
Cresci e aprendi com ela
Se sigo outro caminho hoje
Foi atendendo a um coração que jamais ficará vazio
Nem se limitará ao menos!
Porque seus problemas o afetam
E destroem sua capacidade de sorrir.
Não vou abandonar minha luz,
Porque você se esqueceu de sair da escuridão.
Não me culpo por teus fracassos
Nem choro tuas frustrações.
Meus dias são de sol
Minhas noites são de lua
Habita minha alma um ser de luz e paz
Que me ilumina e ensina.
Percorri longos caminhos
Também colhi e me feri com espinhos,
Mas chego ao ponto em que estou
E os rastros deixados
Se não foram só dias claros
As tempestades também me ensinaram.
Se não és capaz de caminhar ao meu lado
Não foi porque barrei teu caminho
Foram tuas escolhas que aumentaram a distância
Foi tua teimosia que intensificou o vazio.
Longe de sofrer a ausência
Cresci e aprendi com ela
Se sigo outro caminho hoje
Foi atendendo a um coração que jamais ficará vazio
Nem se limitará ao menos!
terça-feira, 24 de maio de 2011
Mandacaru, mandacaru, mandacaru
É o som do vento embalando o sertão
Com seus dias quentes e vermelhos
E suas noites frias como véu por sobre
A caatinga com tons amanhecidos e retorcidos
Uma poeira de tempo que não se cansa
Que varre cada pedaço de chão e céu
Mandacaru, mandacaru, mandacaru
Abraça teu sertanejo que vive e sobrevive
Nessa aridez que castiga e restringe
Alimenta teu sertanejo, essa mistura de raças
Que lhe deu o sangue da coragem
Tua força está no seu amor pela terra
Na tua luta diária no chão trincado
No açoite que corta a terra e rasga a pele
Pele seca e sedenta do tesouro do sertão
Seu tesouro é água, escassa e tão desejada
Mandacaru, mandacaru, mandacaru
O Sertanejo é consumido pelo sertão
Mas é lá tua morada, é de lá que sai teu quinhão
Veste-se de couro para proteção
Protege-se dos espinhos que aparecem no caminho
Tua veste de couro é tua armadura
Que o protege dos jagunços e cangaceiros
Ou apenas de um simples vaqueiro
Na pele de um guerreiro.
Sertanejo, caipira, homem
Trás na alma os versos da oração
Os lamentos são doces na canção
No entardecer de laranja
Brota a noite sem nuvem ou lua
No céu apinhado de estrelas
Fecha tua casa de barro e se amua
Adormece no silêncio da madrugada
Pia longe o carcará, dorme asa branca
Dorme noite, daqui a pouco, lá no sertão
Outro dia vai começar
Mandacaru, mandacaru, mandacaru
É o som do vento embalando o sertão
Com seus dias quentes e vermelhos
E suas noites frias como véu por sobre
A caatinga com tons amanhecidos e retorcidos
Uma poeira de tempo que não se cansa
Que varre cada pedaço de chão e céu
Mandacaru, mandacaru, mandacaru
Abraça teu sertanejo que vive e sobrevive
Nessa aridez que castiga e restringe
Alimenta teu sertanejo, essa mistura de raças
Que lhe deu o sangue da coragem
Tua força está no seu amor pela terra
Na tua luta diária no chão trincado
No açoite que corta a terra e rasga a pele
Pele seca e sedenta do tesouro do sertão
Seu tesouro é água, escassa e tão desejada
Mandacaru, mandacaru, mandacaru
O Sertanejo é consumido pelo sertão
Mas é lá tua morada, é de lá que sai teu quinhão
Veste-se de couro para proteção
Protege-se dos espinhos que aparecem no caminho
Tua veste de couro é tua armadura
Que o protege dos jagunços e cangaceiros
Ou apenas de um simples vaqueiro
Na pele de um guerreiro.
Sertanejo, caipira, homem
Trás na alma os versos da oração
Os lamentos são doces na canção
No entardecer de laranja
Brota a noite sem nuvem ou lua
No céu apinhado de estrelas
Fecha tua casa de barro e se amua
Adormece no silêncio da madrugada
Pia longe o carcará, dorme asa branca
Dorme noite, daqui a pouco, lá no sertão
Outro dia vai começar
Mandacaru, mandacaru, mandacaru
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Adele - Rolling In The Deep
Adele é dona de uma voz poderosa, forte e afinadíssima. É a primeira artista, ainda viva, a ter uma canção e um álbum como número um ao mesmo tempo na Inglaterra desde “Os Beatles” em 1964. Merecidíssimo... É o nome do soul britânico...
Prepare-me uma cama de rosas
Guarde suas inseguranças e incertezas
Tome um banho de gentilezas
Se vista com desejos e fantasias
Esconda as nuvens de arrogância
Feche a cortina para as inquietações
Ilumine-se com as luzes das paixões
Dê-me teu sorriso como presente do dia
Quero encontrá-lo deitado e a espera
Nesse ambiente sem paredes ou janela
Quero apenas a luz do seu doce olhar
O tempo não terá permissão para ficar
Qualquer coisa que o lembre, dispense sem pensar
Seremos apenas nós dois e a ânsia de amar
Guarde suas inseguranças e incertezas
Tome um banho de gentilezas
Se vista com desejos e fantasias
Esconda as nuvens de arrogância
Feche a cortina para as inquietações
Ilumine-se com as luzes das paixões
Dê-me teu sorriso como presente do dia
Quero encontrá-lo deitado e a espera
Nesse ambiente sem paredes ou janela
Quero apenas a luz do seu doce olhar
O tempo não terá permissão para ficar
Qualquer coisa que o lembre, dispense sem pensar
Seremos apenas nós dois e a ânsia de amar
terça-feira, 17 de maio de 2011
Meu dia começou lindo, as cinco da manhã, mas tudo bem, o sacrifício valeu a pena. Fui brindada com um lindo espetáculo, a lua cheia e enorme no céu despedindo-se da noite e dando lugar aos primeiros raios de sol.
Manhã fria, mas nada que uma caneca de leite bem quentinho com café não aqueça. Enquanto saboreava meu café da manhã descobri quem estava roubando minhas amoras, três tucanos devorando com prazer essas frutinhas deliciosas. E ali, entre um quitute e outro lembrei-me de um poema lindo "Seu amor" de um poeta de pele negra, mas de alma sem cor pois os poetas não precisam de cor ou são todas elas.
Nesse leque infindável de matizes olho o céu de um azul líquido de encher os olhos e abraço o dia com sua brisa fria, porém leve e carinhosa... bom dia DIA...
"O Seu Amor (Gilberto Gil)
O seu amor
Ame-o e deixe-o livre para amar
Livre para amar
Livre para amar
O seu amor
Ame-o e deixe-o ir aonde quiser
Ir aonde quiser
Ir aonde quiser
O seu amor
Ame-o e deixe-o brincar
Ame-o e deixe-o correr
Ame-o e deixe-o cansar
Ame-o e deixe-o dormir em paz
O seu amor
Ame-o e deixe-o ser o que ele é
Ser o que ele é"
Amor só é amor quando este é livre para ir aonde quiser e poder voltar quando a vontade ou saudade mandar...
domingo, 15 de maio de 2011
Paula Fernandes, Victor & Leo - Não Precisa
"...Eu já sonhei com a vida/Agora vivo um sonho/Mas viver ou sonhar/Com você, tanto faz..."
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